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Voltar para a Home...   quarta-feira, 20 de setembro de 2017
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TERCEIRIZAÇÃO

O fator humano na segurança
De nada adianta gastar milhares de reais com dispositivos eletrônicos de última geração, se não forem operados por pessoas capacitadas e disciplinadas
Toda e qualquer parafernália eletrônica que se possa instalar para proteção do condomínio não atingirá seus objetivos, se o zelador e porteiros não forem treinados e disciplinados quanto aos pontos de fraqueza explorados pelos bandidos. Os sistemas de proteção que previnem a invasão são os que devem ter prioridade sobre todos os demais dispositivos disponíveis, pois, deve-se fazer todo o possível para desencorajar e impedir a invasão. Se ela de fato ocorrer, então, nenhum dispositivo eletrônico evitará os traumas das ameaças, agressões, chantagens, que se carrega pelo resto da vida.
Existem inúmeras opções de medidas de proteção contra invasões em condomínios disponíveis no mercado. Os dispositivos indispensáveis são aqueles instalados sobre os muros e grades que podem ser transpostos, e que, por serem visíveis, têm a vantagem de desencorajar os potenciais intrusos.  Alguns desses expedientes menos nobres, no entanto, como arame farpado, cacos de vidro, pontas de lança, etc., são tão ostensivos que até desencorajam os marginais, mas, em contrapartida, desvalorizam o imóvel porque, além de enfeiar, dão a impressão de que é um alvo visado, afugentando potenciais compradores e/ou locadores interessados no imóvel. Existem alternativas mais sutis e menos visíveis, como sensores infravermelhos e fios elétricos, mas que exigem manutenção e devem estar permanentemente ligados. Em existindo esses obstáculos instalados, aos marginais restam simplesmente tentar iludir o porteiro a abrir o portão social, ou o da garagem, alternativas estas utilizadas em mais de 80% dos arrastões observados.
Verifica-se, pois, que independentemente da quantidade de dispositivos instalados, a segurança do condomínio sempre estará sob a responsabilidade de um único homem: o porteiro. E nesse ponto, o síndico e conselheiros devem ser rigorosos na avaliação sobre as reais condições desses empregados em receberem tal responsabilidade. Possuem preparo e discernimento suficientes, para reagir de maneira adequada nas eventuais ameaças de invasão? Possuem nível de escolaridade mínimo para assimilarem o treinamento e disciplina para reconhecerem as situações de ameaça, em tempo de acionarem os alarmes existentes?  
De nada adianta gastar milhares de reais com dispositivos eletrônicos de última geração, se não forem operados por pessoas capacitadas e disciplinadas. E os atuais porteiros existentes de longa data no teu condomínio podem não corresponder a esse perfil mínimo exigido para a função. É por isso que toda avaliação de medidas de segurança a serem tomadas, para se elevar o nível de proteção da propriedade, deve levar em consideração a capacitação de seus próprios empregados
É por esta razão que a terceirização dos serviços poderá vir a ser a melhor opção para a implementação de medidas de segurança, com inúmeras vantagens e benefícios. Recebe uma equipe de profissionais experientes e treinados, e que poderão ser substituídos a qualquer tempo sem custos. Passa a contar também, com supervisores diurnos e noturnos, que testarão continuamente os dispositivos instalados, que estarão conectados ao serviço 24 horas de monitoramento. Vale a pena se dar ao trabalho de nos dar um telefonema.
Etore A. Fuzetti
etore@replace.com.br

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