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Voltar para a Home...   sexta-feira, 28 de julho de 2017
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TERCEIRIZAÇÃO

Nivelamento salarial das categorias
Existem algumas boas empresas de terceirização no mercado, que satisfazem plenamente as exigências do mercado
Da mesma forma como ocorreu em outubro no dissídio do Sindifícios, em janeiro ocorreu o dissídio dos empregados terceirizados, elevando o piso salarial dos porteiros e controladores de acesso em 8,46%. Esse índice, no entanto, não dá a ideia correta do quanto o custo com empregados se elevou, uma vez que o piso é apenas uma parte dos ganhos. O vale alimentação que era de R$ 8,00, passou para R$ 11,00/dia, uma elevação de 37,5%, enquanto que a cesta básica passou de R$ 70,00 para R$ 90,00/mês, um aumento de 28,6%. Aplicando-se esses novos índices no piso, no vale alimentação e na cesta de um auxiliar de limpeza, por exemplo, seu ganho mensal se elevou de R$ 1.053,50 para R$ 1.196,00, ou seja, um aumento de 13,53%. Quanto aos porteiros ocorreu a mesma coisa, seu ganho mensal entre o piso mais a cesta e mais o vale, passou de R$ 1.108,00 para R$ 1.253,00, igual a 13,1% de aumento. Concluindo, assim como os empregados próprios em outubro passado, os empregados terceirizados também tiveram aumento real equivalente a duas vezes a inflação oficial do ano de 2013. Comparando esses novos ganhos dos terceirizados com os percebidos pelos empregados próprios, temos que os faxineiros terceirizados, ganham R$ 73,25 a menos ao mês do que seus colegas não terceirizados, enquanto que os porteiros próprios recebem R$ 1.259,17, ou seja, apenas R$ 6,17 a mais do que os terceirizados. Constata-se, pois, que o dissídio salarial dos terceirizados praticamente equiparou os salários das duas categorias, contribuindo, assim, para eliminar e migração de empregados de uma categoria para a outra, nivelando-as num mesmo patamar. Até quinze anos atrás, o governo (FHC) se empenhava junto aos sindicatos, visando coibir reajustes salariais acima dos índices de inflação, numa tentativa de evitar pressão de demanda e elevação da inflação. Agora não há mais como conter reajustes no poder aquisitivo dos empregados, porque os sindicatos elevam os benefícios da cesta e do vale ao bel prazer. Dito isso, e constatado o nivelamento dos salários das categorias, os diferenciais que favorecem a terceirização continuam imbatíveis: não ter passivo trabalhista; capacidade de substituir empregados a qualquer tempo; não ter ações trabalhistas; cobertura imediata nas férias e nas ausências; não ter folha de pagamento e não ter que recolher uma dúzia de taxas/contribuições/benefícios para Secovi, confederativa, seguros, exames médicos, vales transporte e alimento, etc. Contam ainda com supervisores diurnos e noturnos, que percorrem as instalações e apresentam relatórios com recomendações para a eliminação dos problemas encontrados. Existem algumas boas empresas de terceirização no mercado, que satisfazem plenamente as exigências do mercado, são sólidas e transparentes, e prestam assessoria completa em todo o processo de terceirização, inclusive no financiamento das indenizações. Vale a pena um telefonema para consulta.

Etore A. Fuzetti
etore@replace.com.br


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