Untitled Document
Voltar para a Home...   terça-feira, 21 de novembro de 2017
Siga-nos no Twitter...
Voltar para a Home...

Artigos
ELEVADOR

Modernização estética e tecnológica dos elevadores
Com a entrada da informática no ramo dos elevadores, a economia e a durabilidade dos materiais aumentou muito.

Com a entrada da informática no ramo dos elevadores, a economia e a durabilidade dos materiais aumentou muito. Tudo passou a ser controlado racionalmente. O elevador não faz mais viagens inúteis, pois existem equipamentos que enviam o elevador mais próximo ao andar chamado e outros componentes inibidores de desgaste. Esta é a tecnologia crescente em todos os setores, que também pode ser notada em diversos equipamentos do condomínio.
Edifícios com grande movimentação utilizam o sistema de segurança baseado em sistemas normais de câmeras de monitoramento, analisando a movimentação e montando estratégias para diminuir o número de viagens e aumentar a eficiência.
Os primeiros elevadores brasileiros não eram tracionados por animais nem por motores potentes. Eles eram “pilotados” por um ascensorista responsável por girar uma manivela, controlando a subida e a descida dos passageiros. As portas também eram abertas e fechadas manualmente.
Independente da forma de controle, não se deve descuidar da manutenção dessa parte tão fundamental de qualquer condomínio. Os cuidados começam na escolha da empresa, que deve ter registro no CONTRU, possuir engenheiro responsável e ter know how para efetuar o serviço. Caso contrário, o síndico responde judicialmente pelos acidentes ocorridos.

Problemas aparecendo
Os sinais mais claros durante a ocorrência de problemas são geralmente simples e claros para qualquer pessoa. Cabos barulhentos (indicam uma má lubrificação, aumentando o desgaste do material), formação de degraus, solavancos na parada do elevador e portas com rangidos.
Porém, o ideal é não esperar o aparecimento desses sinais, que demonstram um desgaste avançado das peças e, com certeza, irão provocar um incomodo razoável, pois o elevador ficará indisponível por um bom tempo.

Estética
A aparência do elevador não é algo superficial e dispensável como muitos pensam. As cabinas restauradas sempre valorizam o condomínio e a administração do mesmo. O elevador nada mais é do que um cartão de visitas do prédio. O design do elevador serve também para tornar o equipamento melhor adaptado ao edifício, mais eficiente e mais confortável, sem dispensar a beleza exterior.
Uma reforma sai muito mais em conta do que trocar todo o elevador. Durante os reparos, toda a estrutura da cabina é utilizada, o que diminui boa parte do custo e também do tempo do serviço. Entretanto, é importante tomar cuidado com o estilo do prédio. Um elevador sofisticado metalizado não é adequado para um edifício antigo.
Existem diversos tipos de revestimento de painéis. O mais procurado é o revestimento em aço. Na restauração são substituídos o sub-teto por outro mais moderno e o revestimento do assoalho da cabina pelo granito. Também pode ser feita a instalação de espelho lapidado ou bisotado e guarda-corpo, mais conhecido como corrimão. Atualmente existe uma ampla variedade de materiais decorativos como o sub-teto, cores de granitos e corrimãos para atender as exigências do cliente. Uma cabina poder ser restaurada  em dois dias.
O estilo escolhido deve ser seguido, pois painel moderno, revestimento envelhecido e portas de metal não formam um conjunto harmonioso. Portanto, é importante prestar atenção na disponibilidade de peças de reposição.
Para adquirir um produto bem desenhado não é preciso desembolsar muito dinheiro. Um elevador com design arrojado não é necessariamente um pequeno local cheio de tecnologia de ponta. O valor cobrado a mais é compensado pela eficiência e conforto do produto. 
O design ultrapassa a idéia de apenas gerar um bom visual. Ele pode ser utilizado para tornar o equipamento melhor adaptado ao edifício, mais eficiente e mais confortável, sem dispensar a beleza exterior.
Uma das mais importantes adaptações que deve ser feita é a preparação do elevador ao uso de pessoas portadoras de deficiências. A simples utilização de painéis feitos com a numeração Braille impressa permite uma grande facilidade na locomoção do deficiente visual pelo edifício, aumentando a qualidade de vida dos moradores e de seus visitantes.
A ajuda de um profissional pode abreviar boa parte das duvidas sobre design e estética, evitando qualquer equívoco. Como este tipo de investimento tem uma durabilidade muito grande e um custo relativamente alto, a assistência técnica deve ser chamada sempre que for necessária.
Contratos de conservação
O síndico precisa pesquisar orçamentos e analisar a empresa de conservação e manutenção dos elevadores. Existem diversos tipos de contrato de prestação de serviço. Segundo Rosely Benevides de Oliveira Schwartz, em seu livro Revolucionando o Condomínio, dentre os tipos de contrato estão:
• Cobertura simples – Compreende uma vista mensal de rotina e as chamadas de emergências, quando lubrificam peças e efetuam os ajustes necessários, sem troca de peças. Para efetuar uma troca, elaboram um orçamento, que é levado ao síndico, e este dará sua aprovação ou não. Muitas vezes o elevador com problema permanece parado até que uma resposta seja dada. Esse contrato é o mais econômico para o condomínio, porém possui a desvantagem do tempo de espera para um efetivo conserto.
• Cobertura parcial – Além dos serviços normais, está incluída o preço do contrato a troca de peças básicas que desgastam no dia-a-dia. Para a troca de outras peças, os técnicos continuam necessitando da aprovação do síndico. Esse tipo de contrato permite que a maioria dos problemas seja resolvida, portanto há uma maior agilidade na resolução dos problemas.
• Cobertura geral – É o mais completo tipo de contrato, sendo nele incluídas todas as peças, com exceção dos amortecedores, das portas, acessórios danificados por vandalismo, troca de interfones, pintura das portas e troca das luzes de emergência.

Manutenção e cuidados
O síndico deve instruir os moradores a controlarem as crianças. Assim, riscos na parede do elevador, teto rachado e botões soltos serão evitados e a boa aparência do equipamento irá durar muito tempo.
Os amortecedores precisam estar sempre lubrificados e com o nível do óleo adequado. Nunca se pode trocar o tipo de óleo, já que o equipamento foi feito para utilizar um determinado material. Alguns óleos corrosivos estragam o equipamento.
Os freios de segurança devem ser mantidos limpos e livres de ferrugem e sujeira. A sua lubrificação precisa ser feita com freqüência, particularmente nos lugares mais expostos à oxidação, ação da água, umidade ou vapores corrosivos que possam impedir o funcionamento do freio.
O local mais esquecido é o poço do elevador. Ele deve ser mantido sempre seco e limpo, não sendo permitido guardar qualquer tipo de material. Deverá existir um avental, o qual consiste em um prolongamento da parte inferior da cabina, impedindo que passageiros caiam no poço quando o carro estiver desnivelado ou até acima de 75 cm sobre o piso do pavimento. É obrigatório colocar em local bem visível e manter em perfeito estado, em uma das paredes da cabina, um aviso com indicação de capacidade em Kg e lotação.
Todas as portas devem ser inspecionadas, lubrificadas e monitoradas para evitar a abertura antes que o elevador chegue no andar de destino. Esse acidente é muito comum.
A manutenção preventiva dos elevadores deve ser feita todo o mês. Já a inspeção precisa ser diária. O próprio zelador pode checar os equipamentos básicos e as peças mais importantes. Nunca economize neste quesito. Qualquer defeito pode resultar na parada completa do sistema.
A casa de máquinas e a casa de polias devem ser exclusivamente destinadas aos elevadores, não sendo permitido o seu uso como depósito, ou para instalação de equipamentos alheios ou ainda de passagem de qualquer espécie.
No caso em que as máquinas estejam instaladas em mesa ou plataforma, isto é, em um patamar superior ao piso das casas de máquinas, deve existir um guarda-copo ou parapeito de segurança, que impeça o risco de quedas de pessoas. Deve existir ainda uma escada de acesso fixa com corrimão a essa plataforma.
Quando os elevadores pararem ou na falta de luz, as escadas são os meios de locomoção dos condôminos até os apartamentos. Elas também devem ser inspecionadas pelo zelador todos os dias, assim como os corrimãos.



  Untitled Document





Untitled Document

Jornal Sindico News - Editora Santa Luiza Ltda.
Tel: 11 5573-0333 - São Paulo - contato@sindiconews.com.br
© COPYRIGHT 2012 - Todos os direitos reservados
 
1122477 visitas
 
Desenvolvido por