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Voltar para a Home...   sábado, 18 de novembro de 2017
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ELEVADOR

Indispensável transporte condominial
A boa aparência do elevador passa a impressão de limpeza, organização e segurança. Itens básicos para a valorização de um imóvel. Cabinas restauradas dão credibilidade à administração do condomínio. O elevador é mais um cartão de visitas.
O design serve também para tornar o equipamento melhor adaptado ao edifício, mais eficiente e mais confortável, sem dispensar a beleza exterior. O estilo escolhido deve ser seguido. Painel moderno, revestimento envelhecido e portas de metal não formam um conjunto harmonioso. Portanto, é importante prestar atenção na disponibilidade de peças de reposição.
Para adquirir um produto bem desenhado não é preciso desembolsar muito dinheiro. Um elevador com design arrojado não é necessariamente um pequeno local cheio de tecnologia de ponta. O valor cobrado a mais é compensado pela eficiência e conforto do produto.  
O design ultrapassa a ideia de apenas gerar um bom visual.
A ajuda de um profissional pode abreviar boa parte das dúvidas sobre design e estética, evitando qualquer equívoco. Como este tipo de investimento tem uma durabilidade muito grande um custo relativamente alto  a assistência técnica deve ser chamada sempre que for necessária.
Um equipamento antigo pode passar por um processo de modernização completo. Durante os reparos, toda a estrutura da cabina é utilizada, o que diminui boa parte do custo e também do tempo do serviço. Entretanto, é importante tomar cuidado com o estilo do prédio.
O revestimento em inox é uma boa pedida. Bonito, resistente, de fácil limpeza, este produto é bem aceito nos condomínios. Na restauração, são substituídos o subteto por outro mais moderno e o revestimento do assoalho da cabina pelo granito.
Existem diversos tipos de revestimento de painéis. O mais procurado é o revestimento em aço, com marcador digital. A altura dele, além da largura da porta, deve ser acessível aos cadeirantes. A simples utilização da numeração Braille permite uma grande facilidade na locomoção do deficiente visual pelo edifício, aumentando a qualidade de vida dos moradores e de seus visitantes.
A manutenção preventiva dos elevadores deve ser feita todo o mês. Já a inspeção precisa ser diária. O próprio zelador pode checar os equipamentos básicos e as peças mais importantes. Nunca economize neste quesito. Qualquer defeito pode resultar na parada completa do sistema.
Os sinais mais claros durante a ocorrência de problemas são, geralmente, simples e claros para qualquer pessoa. Cabos barulhentos, formação de degraus, solavancos na parada do elevador e portas com rangidos. O ideal é não esperar o aparecimento desses sinais, que demonstram um desgaste avançado das peças e, com certeza, irão provocar um incomodo razoável, pois o elevador ficará indisponível por um bom tempo.
Como num automóvel, cada peça tem um tempo de duração. Esse período deve ser respeitado. Caso contrário, ela começara a desgastar outros componentes, gerando um efeito dominó, no qual uma peça desgasta a outra. Com isso, todo o conjunto é inutilizado. Apenas a manutenção garante a segurança do elevador em qualquer situação. Parado ou em movimento, em pane ou funcionando normalmente.
Para garantir a integridade de todas as peças, é necessária uma manutenção mínima, que consiste na lubrificação geral do material, especialmente dos cabos, sempre seguindo as normas do fabricante. A limpeza de todo o sistema, para retirada de sujeira e excesso de lubrificação, é anual.  Os cabos de suspensão devem ser lubrificados de acordo com as recomendações dos fabricantes,  evitando o excesso que possa prejudicar as características de tração.
As guias devem ser lubrificadas sem excesso. Os lubrificantes não deverão interferir com a capacidade de atuação dos mordentes dos freios de segurança. As substâncias de proteção contra oxidação só poderão ser aplicadas com a concordância dos fabricantes. Pelo menos uma vez por ano, as quais devem ser completamente limpas, usando, se necessário, solventes adequados para retirar o excesso de lubrificantes, sujeiras e materiais estranhos. Excetuam-se os casos de elevadores equipados com sistema que dispensem lubrificação.
Os amortecedores precisam estar sempre lubrificados e com o nível do óleo adequado. Nunca se pode trocar o tipo de óleo, já que o equipamento foi feito para utilizar um determinado material. Alguns óleos são corrosivos e estragam o equipamento.
Os freios de segurança devem ser mantidos limpos, livres de ferrugem e sujeira. A sua lubrificação precisa ser feita com frequência, particularmente nos lugares mais expostos à oxidação, ação da água, umidade ou vapores corrosivos que possam impedir o funcionamento do freio.
Todas as portas devem ser inspecionadas, lubrificadas e monitoradas para evitar a abertura antes que o elevador chegue no andar de destino. Esse acidente é muito comum.
Existe um número grande de empresas bem estruturadas, voltadas ao ramo de elevadores, que oferecem prestação de serviços de boa qualidade. Entretanto, é indispensável muita atenção na hora de escolhê-las. O primeiro passo é certificar-se quanto ao registro da empresa junto ao CONTRU. Do contrário, muito cuidado, pois em um possível acidente, o síndico pode ser arrolado em processo judicial e responder criminalmente.
Mantenha contrato com uma empresa que dê toda assistência e, em casos de emergência, contate a firma prestadora de serviço imediatamente. Constantemente pessoas ficam presas no elevador, então, a assistência imediata do zelador é importante até que o técnico chegue ao prédio. Mas o trabalho do zelador deve se limitar a socorrer pessoas e não em tentar consertar o equipamento. E mesmo para retirar o usuário da cabine, precisa saber agir, tendo recebido orientação da empresa.
O síndico precisa pesquisar orçamentos e analisar a empresa de conservação e manutenção dos elevadores. Existem diversos tipos de contrato de prestação de serviço. Segundo Rosely Benevides de Oliveira Schwartz, em seu livro Revolucionando o Condomínio, dentre os tipos de contrato estão:
• Cobertura simples – Compreende uma vista mensal de rotina e as chamadas de emergências, quando lubrificam peças e efetuam os ajustes necessários, sem troca de peças. Para efetuar uma troca, elaboram um orçamento, que é levado ao síndico, e este dará sua aprovação ou não. Muitas vezes o elevador com problema permanece parado até que uma resposta seja dada. Esse contrato é o mais econômico para o condomínio, porém possui a desvantagem do tempo de espera para um efetivo conserto.
• Cobertura parcial – Além dos serviços normais, está incluída no preço do contrato, a troca de peças básicas que desgastam no dia-a-dia. Para a troca de outras peças, os técnicos continuam necessitando da aprovação do síndico. Esse tipo de contrato permite que a maioria dos problemas seja resolvida, portanto há uma maior agilidade na resolução dos problemas.
• Cobertura geral – É o mais completo tipo de contrato, sendo nele incluídas todas as peças, com exceção dos amortecedores, das portas, acessórios danificados por vandalismo, troca de interfones, pintura das portas e troca das luzes de emergência.

UTILIZAÇÃO
Providenciar proteções acolchoadas nas paredes, no caso de mudanças e outras manutenções. Esses acolchoados são muito úteis na preservação do material. Para uma melhor eficiência, é recomendável uma capa de material lavável, que não deixe alguma parte da parede à mostra;
Ordenar que os moradores não ultrapassem o número limite de usuários;
Ficar atento a quem utiliza o elevador para evitar estragos causados por vandalismo;
Ordenar que o interior seja limpo diariamente. A limpeza é um dos fatores mais importantes para manter uma boa aparência e aumentar a durabilidade do equipamento. Alguns tipos de painéis necessitam de produtos especiais de limpeza. Mas, normalmente, ela pode ser feita apenas com um pano molhado em água e sabão. A sujeira e oleosidade das mãos dos usuários podem danificar o funcionamento dos botões;
Proibir brincadeiras dentro do elevador e fumo no interior das cabines;
A casa de máquinas e a casa de polias devem ser exclusivamente destinadas aos elevadores, não sendo permitido o seu uso como depósito, ou para instalação de equipamentos alheios ou ainda de passagem de qualquer espécie.
O local mais esquecido é o poço do elevador. Ele deve ser mantido sempre seco e limpo, não sendo permitido guardar qualquer tipo de material. Deverá existir um avental, o qual consiste em um prolongamento da parte inferior da cabina, impedindo que passageiros caiam no poço, quando o carro estiver desnivelado ou até acima de 75 cm sobre o piso do pavimento. É obrigatório colocar em local bem visível e manter em perfeito estado, em uma das paredes da cabina, um aviso com indicação de capacidade em Kg e lotação.
No caso em que as máquinas estejam instaladas em mesa ou plataforma, isto é, em um patamar superior ao piso das casas de máquinas, deve existir um guarda-copo ou parapeito de segurança, que impeça o risco de queda. Deve existir ainda uma escada de acesso fixa com corrimão a essa plataforma.


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