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REFORMA

Espere a chuva passar para pintar ou reformar a fachada
O verão 2013 foi muito chuvoso e não foi um período propício para pintura, limpeza ou restauração da fachada do condomínio

O verão 2013 foi muito chuvoso e, sem sombra de dúvida, não foi um período propício para pintura, limpeza ou restauração da fachada do condomínio. A partir deste mês,  o tempo deve melhorar e o síndico já pode pensar em organizar os trabalhos específicos naquela que é a cara do edifício. A realização das obras nesta época seca evita a perda de tempo e material. 
Nos edifícios de condomínio, as fachadas também têm sua importância. Sejam elas de pastilha, cerâmica, granito ou apenas pintadas. A área externa do prédio tem de estar tão conservada quanto a interna. O morador quer chegar em casa e sentir uma sensação agradável ao visualizar seu prédio. Uma fachada bem cuidada é o cartão de visita para concretização de um bom negócio na venda do apartamento. Caso contrário, o comprador age com certo receio, causado pela má impressão inicial. Em alguns casos, mesmo que seu apartamento esteja lindo e em ótimas condições, ele não será vendido pelo preço justo.
Uma tinta de ótima qualidade não faz milagre. A empresa especializada  deve averiguar com atenção a superfície a ser pintada ou revestida. Por exemplo,  se a fachada será retocada ou receberá uma pintura nova,  se a superfície é imperfeita, tem concreto aparente ou  fissuras.
Para pintura de fachadas é muito importante a utilização de um material adequado e de boa qualidade. A própria garantia dos serviços fica prejudicada pela qualidade inferior de um produto. No caso de aplicação de forma incorreta ou em superfície não apropriada, a garantia dos fabricantes é que pode ficar comprometida. Em ambos os casos, o condomínio sairia lesado financeiramente.
No caso de repintura é necessário atenção com o estado geral da superfície. Fissuras, sujeira, mofo,  descascamento e outras imperfeições devem ser tratadas antes de qualquer aplicação. Em pinturas novas, o tempo de cura do reboco deve ser respeitado.
As infiltrações também são um ponto importante, que comprometem aos poucos a estrutura. Elas podem acabar tornando-se fissuras, já que modificam a forma de como o material se comporta ao receber e perder calor. Com isso, ocorre a quebra de pastilhas e revestimento.
No mercado existem produtos de marcas diversas e para aplicação em várias superfícies. Sendo assim, é imprescindível fazer uma análise prévia da fachada para determinar o material utilizado. Por exemplo, nas pintadas com látex, as tintas de acabamento mais indicadas são as acrílicas. Pois os focos, por serem mais porosos, têm menor durabilidade que os semibrilhantes ou acetinados. Estes, por sua vez, são mais impermeáveis, mas apresentam com mais evidência as imperfeições do revestimento em função do brilho.
A duração da pintura também depende de alguns fatores. As que recebem conservação periódica (entre 2 e 3 anos), a durabilidade do trabalho executado com os materiais corretos está entre 5 e 6 anos.
Os materiais utilizados não estão restritos aos tipos de tinta. Para as fachadas pintadas com tinta látex, além das tintas de acabamento e produtos básicos, são utilizadas massas de elasticidade permanente, a base de silicone ou poliuretano, para tratamento das trincas e fissuras. Massa corrida acrílica, base seladora, fundo preparador, resinas e cimentos especiais (recuperação estrutural) completam a lista. Naturalmente, cada caso deve ser analisado com cuidados específicos, de forma a utilizar as técnicas mais adequadas para a reforma.
O descaso com a conservação tem como resultado as infiltrações, o comprometimento de ferragens, os problemas na estrutura da construção e a desvalorização do imóvel. O envelhecimento causa o desmanche, proporcionando o perigo de queda de partes do emboço (a primeira camada de argamassa, o de cal, na parede, e que serve de base ao reboco). Se algum material cair sobre algum pedestre ou destruir algum carro, o síndico responde judicialmente. O mesmo acontece caso as medidas de seguranças cabíveis não forem adotadas durante reformas executadas de frente para a via pública.
Existem dois tipos de reformas dessa natureza, o técnico e o estético. O primeiro consiste na manutenção do bom estado de conservação de sua estrutura, priorizando o tratamento de ferragens, recomposição de emboços, aplicação de selador e reparos de fissuras e rachaduras. O estético utiliza técnicas de pintura e restauração, visando ressaltar a beleza da construção, com a finalidade de valorizar ainda mais o imóvel. 
Às vezes, a fachada apresenta um visual aceitável, mas pequenos detalhes podem colocar em risco a parte estrutural do edifício. A aparência é um fator determinante, contudo, existem problemas de infiltração através de fissuras e trincas, os quais acabam prejudicando os moradores. Por isso, se faz necessário o tratamento e reparo para que esses problemas não sejam agravados com o tempo.

Pintura
Este revestimento de fachada está presente em cerca de 90% dos edifícios brasileiros. Basicamente consiste na utilização de uma tinta adequada para o material da construção. Ela possui um excelente custo benefício. Pode não ser chique, mas é uma solução prática e mais em conta.

Pastilhas
Extremamente versáteis e de fácil instalação, as pastilhas são, sem sombra de dúvidas, campeãs de venda e de longevidade. Este material existe aqui no Brasil desde meados dos anos 50. O maior problema é garantir que sua aplicação seja feita corretamente, evitando problemas com bolhas e má colocação. Isso porque, com a movimentação natural do edifício, ou pelas variações de temperatura, as pastilhas podem ficar tortas ou mal posicionadas.

Revestimentos cerâmicos
A facilidade de limpeza é um dos grandes chamarizes deste tipo de material. Seu uso em locais específicos pode ser extremamente útil, mas o mais adequado é um estudo aprofundado do ambiente, para realizar uma combinação eficiente e de bom custo benefício.
Chapas de metal
Muitas obras utilizam chapas de metal montadas e dobradas de diversas maneiras, para compor formas. Este material é de alta durabilidade, fácil limpeza, ecologicamente correto e muito enriquecedor quando combinado a outros elementos, como granitos, vidro ou outros materiais. Tem como problema principal o custo para implementação, o que, muitas vezes, é compensado pelo baixo custo de manutenção e alta durabilidade.


Vidro
É um revestimento mais chique e com uma manutenção bem mais difícil, já que demanda muito cuidado com a limpeza, e sua transparência diminuída reflete-se como sinal de desleixo. Normalmente, são oferecidas no mercado as opções de pastilhas, tijolos ou chapas, em diversos tipos, como o refletivo, temperado, aramado. Cada um possui um papel no projeto arquitetônico. As desvantagens são a alta necessidade de manutenção, o preço para instalação e reposição de peças danificadas.

Textura sobre reboco
Os revestimentos texturizados estavam muito na moda e podemos, nas ruas, encontrar diversos exemplos de projetos mal sucedidos. Porém, com uma adequada supervisão e escolha, o potencial deste tipo de material é muito bom, especialmente contrastando com paredes lisas. O valor de aplicação não é extremamente elevado, mas deve-se ter em mente que é um elemento muito mal explorado. Portanto, é preciso critério e certeza para não errar.
Existem ainda as fachadas pré-fabricadas, que possuem diversas especificações e formatos, muitas vezes modulares, para se encaixarem onde for necessário, de acordo com as necessidades do ambiente.
Produtos antipichação
Um dos maiores e mais incontroláveis inimigos das fachadas são as pichações. Crianças, adolescentes e adultos formam grupos amplos, conhecidos como famílias, e deixam suas marcas por onde passam, utilizando sprays e canetões especiais, como forma de registro de sua passagem, demarcação de território, ou simples prazer em depredar o patrimônio alheio. E neste quesito, uma fachada intacta parece tentadora para um desses marginais. Um administrador atento age com rapidez e acaba com essa festa.
Alguns produtos são incorporados na superfície, outros são aplicados como uma tinta normal. Normalmente, as superfícies pintadas possuem diversos poros. Então, a tinta da pichação invade camadas profundas, chegando até mesmo à parede propriamente dita. A tinta especial, ao secar, forma uma camada lisa, sem poros nos quais a pichação possa se fixar. Dessa forma, sua retirada é facilitada por completo. Existem diversos tipos de acabamento, desde tintas acrílicas até materiais semelhantes à madeira.
A limpeza, algumas vezes, é realizada com o uso de solventes, como álcool ou derivados do petróleo, mas outros materiais necessitam apenas de uma boa esfregada.



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