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TERCEIRIZAÇÃO

Empregados próprios versus terceirizados!
Não existe a mínima diferença entre empregado próprio e terceirizado. Suas origens, nível educacional, experiência, etc. são exatamente as mesmas, de maneira a não se distinguir um do outro, quer pelo visual, quer pela competência. Ambos cumprem com as determinações do zelador ou do síndico, e executam suas funções independentemente de estarem registrados no condomínio ou na empresa terceirizadora.
Acontece que os empregados próprios, selecionados e contratados pela administradora, são registrados no CNPJ do condomínio. Tudo o que acontecer daí em diante com esse empregado, com respeito a disciplina, caráter, equilíbrio emocional, etc., passa a ser problema exclusivo do condomínio, que é o empregador, e não da administradora que, bem ou mal, não fez a seleção adequada.  Já os empregados terceirizados, são selecionados e registrados na empresa terceirizadora. E é justamente nesse detalhe que reside toda a diferença. Porque depois de alguns dias, meses ou anos, se as coisas dão erradas, e o empregado começa a apresentar desvios de comportamento, como alcoolismo, desmotivação, agressividade, etc., é nesse momento que se dá conta da grande diferença entre ter empregado próprio e terceirizado. Sendo próprio, ou o síndico tolera o empregado com suas limitações/riscos, ou, o demite e paga 100% da indenização trabalhista pela demissão sem justa causa, e ainda torce para não ter ação trabalhista contra o condomínio.  Sendo terceirizado, pede a imediata substituição do empregado, e esquece o assunto porque os custos com indenizações trabalhistas, tanto na demissão, como numa eventual ação futura, são exclusivos da empresa terceirizadora. Ações trabalhistas estão mais banalizadas do que nunca. Somente no Fórum de São Paulo foram mais de 3,6 milhões de ações no ano de 2013. A vantagem de poder trocar qualquer empregado a qualquer tempo, sem preocupações com custos ou riscos trabalhistas, é apenas a ponta do iceberg. Imaginem não ter empregados próprios. Ter substituto imediato nas faltas; ter supervisores dia e noite inspecionando a limpeza, os equipamentos de segurança, a postura e uniformes dos empregados, e serviço de monitoramento 24 horas. Ter assistência técnica gratuita para o CFTV para os sensores, para os sistemas de alarme. Não ser mais empregador quer dizer não ter mais folha de pagamento, não se preocupar mais com horas extras, com programas de saúde, com vale transporte, férias, 13º salário, cesta básica, uniforme, impostos, contribuição sindical, confederativa, etc., e, acima de tudo, não ter passivo trabalhista crescendo como bola de neve! Serviços terceirizados se traduzem de várias maneiras: maior competência e qualidade possível; custos controlados e constantes ao longo do ano; harmonia entre síndico, empregados e condôminos; melhor qualidade de vida; custos uniformes ao longo do ano; prédio valorizado.

Etore A. Fuzetti
etore@replace.com.br


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