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Voltar para a Home...   sábado, 18 de novembro de 2017
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SEGURANÇA

Condôminos devem ser conscientizados de que seus visitantes passarão pela triagem no controle de acesso
Agindo preventivamente é que se poderá minimizar os riscos de assaltos e dificultar o acesso daqueles que queiram se aproveitar
O que se observa é que os condomínios têm sido alvo de incursões criminosas, onde os bandidos utilizam a porta da frente dos prédios para executarem suas invasões e, assim, cometerem seus delitos. Portanto, deve-se  tomar algumas precauções nas entradas dos condomínios, iniciando pela identificação de toda e qualquer pessoa estranha que queira entrar no prédio, mas nunca se esquecendo do detalhe de que esta triagem deve ser feita na parte externa. Ou seja, do lado de fora dos portões, perguntando-lhe o nome, de onde vem, com quem gostaria de falar ou visitar e, se, for o caso o assunto a ser tratado. Feito isto, deve-se entrar em contato com o morador, verificando a possibilidade deste recebê-lo ou não. Sendo autorizado, dever-se-á liberar a entrada do visitante, cadastrando-o,  anotando seus dados em livro, formulário próprio, ou ainda sistema informatizado. Em seguida, indicado o caminho que o visitante percorrerá até a residência do morador. O portão somente deve ser aberto após a identificação completa do visitante e da autorização por parte do morador. Se houver quaisquer dúvidas, quanto à identidade do visitante, o morador deve descer à portaria para identificá-lo.
O porteiro deve ser orientado que antes de tomar atitudes de liberação de entrada de estranhos ao prédio, certifique-se que a autorização, via fone ou interfone, partiu realmente de um morador. Para tanto, a portaria deverá manter um cadastro atualizado de todos condôminos, servindo como fonte de consulta para os porteiros, a fim destes contatarem diretamente os moradores. Fora isto, os porteiros devem conhecer todos os condôminos residentes.
Os moradores devem estar cientes e conscientes de que os colaboradores estão atuando de forma preventiva em prol da segurança coletiva e, diante disto, elogiar o funcionário quando este pratica uma atitude correta, além de informarem suas visitas sobre as regras de acesso ao prédio. A repreensão do funcionário, quando age segundo as normas de segurança, incentiva que ele dê uma esmorecida nos procedimentos de controle estabelecidos.
Acrescido a isto, os funcionários deverão ser bem treinados e preparados, a fim de exercerem suas funções com qualidade e seguindo os conceitos básicos da proteção condominial.
Agindo preventivamente é que se poderá minimizar os riscos de assaltos e dificultar o acesso daqueles que queiram se aproveitar das vulnerabilidades para fazerem os condomínios  vítimas de suas artimanhas.

José Elias de Godoy
Especialista de Segurança em
Condomínios e autor dos livros
“Manual de Segurança em
Condomínios’’ e “Técnicas de
Segurança em Condomínios”.
elias@suat.com.br



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