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SAÚDE

Condomínios Poliesportivos
Foi-se o tempo em que esporte no condomínio resumia-se a uma quadra poliesportiva. Claro que as quadras ainda são muito valorizadas pelos condominos

Foi-se o tempo em que esporte no condomínio resumia-se a uma quadra poliesportiva. Claro que as quadras ainda são muito valorizadas pelos condominos, mas hoje as construtoras buscam oferecer uma variedade de espaços para prática esportiva como campos sintéticos, piscina aquecida, sala de musculação e até pista de corrida. Muitos imóveis, que não foram planejados com toda essa estrutura, procuram, da melhor forma possível, disponibilizar tais comodidades aos moradores.
O importante para conservar e planejar as áreas esportivas é utilizar materiais de primeira qualidade. Com piso correto e bons equipamentos, o risco de acidentes cai e a prática esportiva é aproveitada em seu potencial máximo. Além de, claro, ter uma valorização imobiliária. Não podemos nos esquecer que as férias escolares, que proporcionam uma maior frequência no condomínio, chegam daqui dois meses. É importante já se programar para deixar tudo arrumado.


Piscina
As piscinas sem aquecimento repulsam usuários. A natação e hidroginástica, por exemplo, devem ser praticadas na faixa dos 29ºC a 31ºC, por todas as idades acima de dois anos. A prática esportiva em águas mais quentes pode até ser agradável no início, mas pode ocasionar certos problemas como superaquecimento do corpo. Como o ambiente esterno está quente, o corpo não consegue dissipar o calor durante a atividade.
Os aquecedores podem funcionar com:
O gás é um combustível razoavelmente barato, que está valorizado. Ainda assim, é uma boa escolha.
A energia solar é de excelente qualidade. A luz é um combustível sem custos, além da manutenção e da instalação. Entretanto, é incerta, pois necessita de um mínimo de luz para funcionar. Após alguns dias trabalhando, o equipamento pode elevar a temperatura da água. O baixo custo de manutenção é rebatido pelo alto preço de implementação.
A eletricidade é um combustível menos procurado por causa de seu preço. Porém, os fabricantes têm desenvolvido novas tecnologias que visam utilizar menos energia elétrica, indo na mesma direção das campanhas de economia elétrica, tão na moda atualmente.
Já o trocador de calor consiste em retirar o calor do ar ambiente e transferir para a água da piscina. Para essa troca ser eficiente, o equipamento deve ficar em local aberto e, preferencialmente, próximo à piscina. Ele é projetado para resistir às mais variadas condições climáticas (sol, chuva, ventos, etc).
Este tipo de aquecedor pode ser utilizado em piscinas de pequeno e de médio portes. Empresas especializadas também desenvolvem soluções para o uso em piscinas de grande porte como em clubes, academias e parques aquáticos.
Este trocador de calor é econômico se comparado aos outros produtos do mercado, como os aquecedores elétricos ou a gás. Por ser um trocador de calor, é normal que o primeiro aquecimento demore um pouco mais que os outros tipos, porém seu consumo é bem menor.
A piscina não pode ser esvaziada para que o material não fique exposto às intempéries, que de outra forma seriam absorvidas pela água. A variação de temperatura de uma piscina vazia é muito maior do que a de uma cheia. Isso aumenta as chances de rachaduras e outros danos estruturais.
O gasto com a limpeza dos skimers (aparelho que retira as partículas que ficam boiando, como cabelos e insetos) e filtros, cloração da água ou a aplicação de algum produto químico (para evitar a proliferação de microrganismos, como algas e bactérias) e controle de pH são os cuidados mais básicos que não devem ser esquecidos.
O produto utilizado deve ser cuidadosamente escolhido de acordo com sua finalidade, pois cada um possui suas características e interagem de formas diferentes com os equipamentos e materiais. O cobre ou a prata, por exemplo, muito utilizados para não permitir o aparecimento de algas e micro-organismos, se não utilizados adequadamente, podem se acumular no sistema, gerando a corrosão da maquinaria.
Diversos equipamentos, alguns mais ou menos tecnológicos, ajudam a manter as condições adequadas. Para garantir a cloração correta da água, existe um equipamento formado por uma placa de titânio, que transforma o sal de cozinha em cloro, retendo o sódio e garantindo uma cloração sempre adequada.


Fitness
Uma sala de fitness não muito grande é totalmente viável no condomínio, contendo aparelhos para atividades leves, moderadas e vigorosas. O síndico só precisa consultar uma empresa idônea, com profissionais capacitados a indicar os equipamentos mais adequados.
Para a instalação de uma sala de ginástica será necessário um ambiente
(sala) arejado, com piso emborrachado, bem iluminado.É preciso manter este espaço limpo e higienizado.
A iluminação deve ser feita com luz indireta. Assim, quem for fazer supino, abdominal ou alongamento no chão não olhará diretamente para as lâmpadas. O piso antideslizante evita a queda no momento das atividades. Cair com peso na mão pode causar sérias contusões.
Os equipamentos básicos para a montagem da sala de ginástica são: duas esteiras, duas bicicletas, um elíptico, uma estação de musculação, um espaldar para alongamento, um conjunto de halteres, um aparelho de abdominal e acessórios. Televisão e aparelho de som são itens opcionais.
A estação para musculação é um aparelho multifunções para exercícios diferentes de pulley alto, pulley baixo, supino, rosca (scoth, alternada e com apoio), crucifixos (peitoral e invertido), pullover (reto e quebrado), desenvolvimentos, remadas (unilateral e curvada) e de pernas (flexão e extensão).
Os equipamentos devem ter os cuidados diários para a conservação, que deverão ser realizados pelo condomínio. Já a manutenção preventiva é a solução para garantir a durabilidade dos mesmos, devendo ocorrer uma vez por mês.
A conservação dos equipamentos necessita de cuidados como enxugar após a utilização, retirando o excesso de suor; lubrificação das mantas das esteiras. Não existe lei quanto a manutenção. Existe, sim, a norma do fabricante, principalmente em relação às esteiras, uma vez que há necessidade de lubrificação.


Quadras
A quadra poliesportiva é a mais comum dentro dos condomínios, possibilitando a prática de futebol, basquete e vôlei. Para garantir a segurança dos usuários, primeiro é necessário ter muita atenção com o piso. Buracos e trincas aparecem em áreas não conservadas e sem a manutenção adequada.
Os equipamentos como tabelas, aros, mastros, redes, traves e cercas também precisam de manutenções regulares. O zelador pode ser o responsável por inspecionar diariamente estes espaços de prática esportiva.
Se o seu condomínio tem um bom espaço sem utilização,existem empresas qualificadas para projetar uma quadra. O material utilizado para a construção das quadras poliesportivas evoluiu muito. Hoje, existem materiais antiderrapantes e de maior durabilidade. Alguns modelos contam com sistema de amortecimento.
Para quem pratica esportes coletivos, o acabamento das quadras não são meros enfeites. As pinturas das linhas são fundamentais para o bom andamento do jogo. Seja na batida de um pênalti no futsal, um arremesso de três pontos no basquete ou a marcação de dentro ou fora no voleibol.
Muitos condomínios possuem quadras de tênis asfálticas. O tênis exige movimentação lateral constante e qualquer falha no piso pode causar uma contusão mais séria. São necessárias vistoria diárias e manutenção esporádica. A rede e os mastros de sustentação precisam de atenção para não se deteriorarem. Apesar de ter um piso asfáltico, as quadras precisam de acabamento, impermeabilização eficaz e rugosidade específica para a prática do tênis.


Futebol Society
Outra prática esportiva que tem crescido dentro dos condomínios é a do futebol society, com campo de grama sintética. É importante escolher um material de alta resistência. Alguns modelos chegam a ter cinco anos de durabilidade. Para evitar o aparecimento de poças durante as chuvas, algum tipo de dreno deve ser projetado antes da construção.
Muitos novos empreendimentos possuem quadras no projeto. Mas existem residenciais antigos, com grandes áreas não aproveitadas, que poderiam pensar em construir uma. Condomínios que têm opções de lazer são mais valorizados. 



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