Untitled Document
Voltar para a Home...   domingo, 23 de julho de 2017
Siga-nos no Twitter...
Voltar para a Home...

Artigos
MANUTENÇÃO

Bombas , invisíveis aos olhos mas essenciais para o condomínio
Os equipamentos mais lembrados pelos condôminos são aqueles que estão visíveis todos os dias. Pergunte a qualquer morador quais máquinas  são fundamentais e eles citarão os elevadores, portões, interfones e até iluminação. Entretanto, há um elemento invisível essencial para o funcionamento do sistema de água: a bombas.
A bomba é uma máquina que trabalha 24 horas por dia. Como toda máquina, a bomba necessita de revisões, reparos e um  acompanhamento constante preventivo do sistema hidráulico, do sistema elétrico e de todos os componentes.
A água entra no edifício a partir da rede pública de abastecimento. Logo na entrada, existe um hidrômetro. Ele é o relógio que marca o volume de água que entrou no edifício. A água que passou por este ponto é contada no pagamento. Por isso, o síndico deve tomar extremo cuidado no combate ao desperdício.
O hidrômetro é ligado a um encanamento até a caixa d’água inferior (um reservatório inicial com o volume controlado por torneiras de boia, um dispositivo que permite a entrada de água quando a caixa está vazia e fecha o fluxo quando a boia flutua). Esta caixa inferior é ligada a uma bomba, que leva o líquido ao reservatório superior, também controlado por sistema de torneira de boia, de onde a água desce por ação da gravidade, por encanamento, até as torneiras, chuveiros e vasos.
O funcionamento das bombas d’água existentes em um edifício não pode falhar de forma alguma. Caso haja defeito, faltará, obviamente, água no condomínio. Porém, este não é o único problema. A falta de uma boa manutenção pode ocasionar a inundação da caixa d’água inferior e o comprometimento do sistema de incêndio. As bombas trabalham constantemente. Por isso, devem ser analisadas e observadas com muito cuidado.
Para evitar os problemas citados, bombas reservas podem ser a solução. Elas diminuem o risco de grandes transtornos, mas não descartam a manutenção preventiva, na qual são verificadas as deficiências nas bombas do sistema de incêndio, que é a menos utilizada.
A instalação de duas bombas possibilita o revezamento, no qual se troca uma bomba pela reserva, garantindo que ambas serão sempre utilizadas. Essa prática evita surpresa desagradável em situações de emergência e aumenta a vida útil do equipamento.

Manutenção

É preciso considerar não só o custo, mas também a qualidade dos contratos de serviços. O síndico precisa levar em conta o nível do atendimento, do suporte técnico, dos orçamentos de reparos de bombas e das trocas de peças. Itens originais de boa qualidade são mais caros do que os genéricos. Porém, são mais confiáveis e têm garantia.
Qualidade da água, limpeza dos reservatórios, temperatura e ventilação ambiente na casa de bombas, sobrecarga da rede elétrica, reparos efetuados por zeladores e diferentes pessoas  não habilitadas influenciam no bom funcionamento de um sistema de bombeamento.
Rosely Benevides de Oliveira Schuartz, no livro Revolucionando o Condomínio,  exalta a importância da manutenção das bombas: “Embora essas máquinas sejam robustas, o cloro, a areia e os detritos que estão na água contribuem para que haja desgaste no equipamento. Para a conservação dessas máquinas, são realizados contratos de manutenção com empresas especializadas na lubrificação, verificação de juntas e reposição de peças, sendo o trabalho executado através de visitas mensais e chamados de emergência. O síndico deverá estar sempre atento aos preços desses serviços, recorrendo até aos preços praticados pelos concorrentes. A comparação de preços auxiliará nas negociações, contribuindo para se obterem preços mais baixos.”
Os filtros e tubulações também merecem atenção especial . As cargas filtrantes, normalmente areia especial e carvão ativado, têm vida útil limitada independente de manutenção preventiva. Estas cargas devem ser trocadas no seu devido tempo, já que podem agir de modo contrário ao especificado. Em vez de filtrar a água, acabarão infectando a mesma por estarem saturadas de sujeira, bactérias e fungos. Neste estado, podem causar doenças, danos hidráulicos diversos e desgastes prematuros de bombas.
O local onde está a tubulação principal não deve ser utilizado por nada. Não pode haver entulho, material de limpeza ou estoque. A água de todos os pontos de acesso deve ser analisada, buscando cor alterada, presença de sedimentos, odor ou pontos de eventuais vazamentos. Normalmente, o maior problema é a dispensa de restos sólidos, o que pode ser evitado com uma campanha de conscientização.



  Untitled Document





Untitled Document

Jornal Sindico News - Editora Santa Luiza Ltda.
Tel: 11 5573-0333 - São Paulo - contato@sindiconews.com.br
© COPYRIGHT 2012 - Todos os direitos reservados
 
947909 visitas
 
Desenvolvido por