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Voltar para a Home...   sábado, 15 de dezembro de 2018
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Artigos
PAUTAS DE PARCEIROS

Assessoria de Imprensa
Mande suas pautas para a nossa redação, já imaginou sua matéria sendo lida por milhares de pessoas?
Controle de Qualidade de Obras evita tragédias e garante segurança, 
redução de custos e valorização dos imóveis 
 
Um teto desaba e mata uma personagem da novela do horário nobre global porque o prédio foi construído com areia da praia. Ficção? Sim, mas é a vida real também. Por isso, a ABRATEC,  Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Construção Civil alerta: consumidores devem ficar atentos e exigir controle de qualidade total da obra
 
São Paulo, 29 de agosto de 2018 – “Segundo Sol”, atual novela do horário nobre da TV Globo, abordou recentemente as consequências drásticas, e porque não dizer dramáticas, do uso de materiais não conformes na construção de um condomínio residencial, onde foi utilizada areia de praia no lugar da convencional. Na novela, uma personagem morre e muitas famílias ficam desabrigadas. Se fosse apenas ficção, tudo estaria bem, mas infelizmente a novela retrata uma realidade: há 20 anos um edifício residencial desabou no Rio de Janeiro, matando oito pessoas, exatamente pelo mesmo motivo; e cotidianamente são registrados problemas com diversos graus de gravidade em edificações no Brasil.
Para não cair nas mãos de construtoras que burlam as leis e a fiscalização e evitar comprar uma baita dor de cabeça, ou até mesmo sofrer acidentes graves e ficar desabrigado, como na novela, o consumidor precisa estar atento, na hora de adquirir um imóvel, se o empreendimento passou por um rígido controle de qualidade, que garante que projetos, processos e materiais utilizados estão dentro dos padrões exigidos pelos órgãos reguladores. De acordo com a ABRATEC – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Construção Civil**, o controle de qualidade garante a segurança, a durabilidade, a habitabilidade e as características estéticas da obra, além de reduzir custos e valorizar o patrimônio adquirido exatamente pelo que oferece: qualidade.  
“A qualidade de um edifício começa pelo projeto arquitetônico, que leva em conta suas condições funcionais e deve estar bem integrado aos demais projetos (estrutural, elétrico, hidráulico, entre outros), se concretizam na execução, e será mantida se obedecidas às condições de uso, operação e manutenção preventiva especificada. Quando a qualidade é foco desde a etapa de projeto há também redução de custo da edificação através da definição e aplicação adequada dos materiais de construção, pois as empresas gastam aproximadamente 20% do seu faturamento refazendo trabalhos ou tentando reparar seus erros, esse custo de certa forma é repassado ao consumidor final”, diz a engenheira civil Patrícia Falcão Bauer*, associada à ABRATEC pela Falcão Bauer Centro Tecnológico de Controle da Qualidade, e Mestre em Materiais de Construção pela Poli-USP.
Conforme Bauer explica, é fundamental ainda que esse controle seja feito por uma empresa terceira isenta, ou seja, que não seja nem a construtora do imóvel nem a concreteira. “É importante o consumidor final saber que há empresas especializadas nesse controle de qualidade e exigir da construtora que elas sejam contratadas não só para controle dos materiais como também para acompanhamento da execução, principalmente na etapa da concretagem, na qual as falhas são mais danosas. Também é importante ressaltar que a empresa responsável pelo controle deve ter acreditação da Cegecre do Inmetro, um grande diferencial que garante a confiabilidade do serviço prestado”, enfatiza a engenheira Bauer. 
O engenheiro Rogerio Perini* associadoà ABRATEC pelo Grupo Egis, destaca ainda que o consumidor pode averiguar se a obra tem controle de qualidade dentro das normas por meio das suas certificações. “Existem certificados emitidos por empresas certificadoras ou conduzidos pelo próprio fabricante, tanto para os materiais quanto para a execução da obra. Em alguns produtos constam os selos de certificação; para outros é possível obter com o fabricante o documento de certificação de seu produto. Em geral são confiáveis, porém o controle é feito por amostragem estatística, referenciada por um padrão normativo que estabelece as condicionantes de rastreabilidade e qualidade inferida. Então, para que haja uma garantia total, o ideal é que as construtoras façam os ensaios nos lotes dos materiais que elas estão comprando durante a fase de recebimento na obra”, explica. 
Perini complementa que, geralmente, as construtoras divulgam quem é a empresa terceirizada responsável pelo controle de qualidade da obra e dos materiais. “O consumidor também pode checar no memorial descritivo da obra se os materiais utilizados são certificados por Organismos de Certificação, e quando houver citação de que poderá haver uso de produto similar, que o similar também seja certificado”. 

Problemas mais comuns
Não há um ranking específico que mostre quais são os problemas mais comuns enfrentados pelos consumidores por falta de controle de qualidade nas obras. Mas a engenheira Patrícia Bauer cita, entre os mais sérios, os que afetam a estrutura das edificações, como deformação e fissuras em lajes e vigas, que podem comprometer a funcionalidade da mesma e costumam ocorrer pelo não cumprimento das especificações de projeto. “Também pode ocorrer oxidação de armaduras por falta de cobrimento adequado e um consequente desplacamento do concreto, comprometendo a resistência das estruturas”, ela diz, observando que, em casos extremos, o imóvel pode até ser comprometido e interditado.
Segundo a engenheira, os problemas mais frequentemente encontrados estão nas fachadas, como infiltrações, queda de revestimento, desgaste rápido da camada de emboço e desplacamento de revestimento cerâmico. “Ocorrência exagerada de fungos em pinturas, manchas precoces, vazamentos em sistemas hidráulicos e caixilhos, isolamento acústico precário, ralos executados em cota mais elevada que o nível do piso, fazendo com que a agua não escoe sozinha, também são problemas muito comuns”, afirma. Bauer acrescenta que “outro problema que costuma assustar bastante os moradores são estalos e fissuras na alvenaria, muitas vezes causados pela falta de acomodação das estruturas antes da execução do seu encunhamento”.

Valorização do patrimônio
Os associados daABRATEC observam que um bom controle de qualidade tende a valorizar o patrimônio imobiliário e a reduzir custos, como os de condomínio. “É difícil quantificar essa valorização, no entanto a falta do controle ou sua realização de forma inadequada pode desvalorizar muito o patrimônio na hora da venda”, diz engenheiroRogerio Perini da Egis. Em relação à redução de custos condominiais, ele explica que produtos com qualidade e aplicação adequados requerem muito menos manutenção e minimizam as possibilidades de retrabalho.
“O controle reduz muito os custos de condomínio e dores de cabeça com questões jurídicas, pois obras de intervenção ou recuperação parcial ou total em fachadas e elementos estruturais podem acarretar despesas relativamente elevadas e processos advocatícios de responsabilidade civil. Os valores são muito relativos conforme o tipo de problema e o padrão do condomínio. Um fundo de obras para uma questão estrutural séria pode mais do que dobrar o valor da taxa condominial por um período de tempo. Melhorar a qualidade custa muito menos do que pagar pelo erro ou omissão da qualidade dos materiais e da sua aplicação”, enfatiza Rogério Perini. 
Patrícia Bauer orienta que os consumidores com problemas de controle de qualidade de imóvel adquirido devem procurar uma empresa especializada em consultoria técnica para uma avaliação. “É vital saber se há riscos para os ocupantes do imóvel e levantar os problemas, suas possíveis causas e responsáveis para poder solucioná-los da melhor maneira possível. Além do controle da qualidade, após a entrega da edificação, existem responsabilidades sobre o seu correto funcionamento e manutenção preventiva indicada, o consumidor também deve dar muita atenção a esses dois itens para evitar problemas”, alerta Bauer. Acesse: https://www.abratec-lab.org.br . 
 
*Patrícia Falcão Bauer Associada à ABRATEC – Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Construção Civil ¬– é engenheira civil pelo Mackenzie e Mestre em Materiais de Construção pela Poli-USP. Também é especializada em Business e Accounting pela Universidade de Toronto e tem MBA em finanças pela FGV – Fundação Getulio Vargas. 
 
*Rogério Perini Associado  à ABRATEC – Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Construção Civil  ¬–Engenheiro Civil formado pela Universidade São Francisco, com Pós -Graduação em Engenharia de Soldagem pela POLI-USP. 
 
**A ABRATEC – Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Construção Civil foi fundada em 1999 com objetivo fomentar o controle de qualidade tecnológico junto às empresas da construção para que ofereçam ao consumidor final obras mais segura e bem acabada, além de expandir esse mercado no Brasil. São associadas à entidade as empresas Alphageos – Tecnologia Aplicada, Concremat Engenharia, Egis – Engenharia e Consultoria, JBA – Engenharia e Consultoria, EPT – Engenharia e Pesquisas Tecnológicas, Falcão Bauer – Centro Tecnológico de Controle de Qualidade e Texte – Engenharia e Tecnologia que, juntas, têm sido decisivas para o desenvolvimento tecnológico do setor no Brasil, ao investir no desenvolvimento de novas técnicas e na capacitação, qualificação e atualização dos profissionais responsáveis por garantir a segurança e a qualidade das obras realizadas no País.   
 
Para mais Informações, por favor, contate:
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Renan Guerreiro, imprensa2@galeriadecomunicacoes.com.br, Atendimento ABRATEC
Luciana Juhas, juhas@galeriadecomunicacoes.com.br, jornalista responsável pela ABRATEC


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Energia solar é saída para consumidores que desejam baratear a conta de luz
 
No primeiro semestre de 2018, mais de 600 moradores optaram pela instalação dos painéis fotovoltaicos em Campinas
 
Inesgotável, renovável e econômica, a energia solar tem ganhado espaço nas casas e condomínios de Campinas e região. Os painéis fotovoltaicos que concentram a luz solar disseminada e a convertem em energia utilizável tem sido uma saída para os consumidores que procuram alternativas à convencional energia elétrica. Nos últimos dez anos, o custo da energia solar apresentou uma queda de 70%, estatística que explica a presença de 3.851 instalações no Brasil em 2016, e reforça a expectativa de que até 2030, a energia solar corresponda a 10% da matriz energética nacional, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). 
 
Em Campinas até o final do primeiro semestre de 2018, foram contabilizadas mais de 600 instalações de painéis fotovoltaicos, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além disso, tratando-se de redução de gastos, a energia solar não perde para as demais, principalmente quando instaladas em condomínios, locais em que a economia se dá em escala. "Um sistema bem dimensionado por si só acaba abatendo todo o consumo que o cliente tem em sua conta de energia, gerando uma economia de mais de 90%, seja em uma residência, empresa, comércio ou indústria. Vale lembrar que em uma conta de energia não é cobrado apenas o consumo do cliente, existem tarifas que independem do consumo, como é o caso da tarifa de distribuição”, explica o engenheiro eletricista da Kraft Engenharia, Lucas Scarin. 
 
"Uma residência de médio porte, que em média consuma 450 KWh/mês, chega a gastar mais de R$ 350,00 por mês com conta de energia, um sistema de geração de energia solar proporcionaria a essa residência 100% do seu consumo, então a ponta passaria a ser R$ 0,00 em relação ao consumo", completa o profissional, ressaltando que o sistema gera uma economia que compensa por si só no custo do investimento. 
 
Vantajosos não só no bolso, os painéis fotovoltaicos não exigem manutenção com grande frequência e podem ser instalados em todo o território brasileiro. "O melhor cenário para a geração de energia solar fotovoltaica seria com sol incidente, e em temperaturas mais amenas, isso faz com que o sistema tenha a luz solar, mas não se aqueça demais. Campinas é um lugar bom para esse tipo de geração, pois apresenta condições similares às descritas acima, o que acaba tornando os sistemas mais eficientes", ressalta o engenheiro. 
 
INCENTIVO FISCAL
Com o intuito de incentivar os moradores a aderirem ao sistema de energia solar, algumas cidades aderiram ao IPTU Verde, uma política pública que promove descontos de 10 a 100% no carnê de IPTU aos adeptos. Araraquara e Americana já aderiram ao IPTU Verde. Em Campinas, a política não está em vigor, mas ainda assim não faltam motivos para que os consumidores optem pela fonte sustentável. "O sistema não agrava em nada o ecossistema, pois não emite CO2, não há necessidade de desmatamento, uma vez que a pretensão de instalação é sempre no telhado dos imóveis (residência, empresa, comércio, etc). Outro ponto é a vida útil de um sistema como esse, podendo ser de até 25 anos dependendo do fabricante", diz o especialista.
 
SOBRE A KRAFT ENGENHARIA 
A Kraft Engenharia foi fundada há mais de 10 anos em Campinas e é uma empresa focada em soluções práticas e eficazes de engenharia elétrica. A empresa oferece projetos para instalação de usina solar fotovoltaica, projetos, consultoria para engenharia e instalações elétricas, além de laudo e perícias extrajudiciais.
 
A equipe da Kraft é formada por engenheiros eletricistas e civis formados na PUC-Campinas e que atuam em projetos sustentáveis e econômicos que otimizam os recursos naturais e financeiros.

Kátia Appolinário
Agência ERA de Comunicação e Conteúdo
Fixo: (19) 3289-0920 | Mobile: (11)  9 9929-4672
www.agenciaera.com.br   katia@agenciaera.com.br


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Síndico: 4 dicas para escolher o melhor GLP para seu condomínio

Uma das decisões mais difíceis para um síndico é escolher os fornecedores de serviços e produtos que são necessários em um condomínio.
Quanto mais condôminos, mais são os questionamentos e as cobranças para o síndico. Então, pensando nisso, a Gaslog, empresa especializada em GLP a granel, traz aqui quatro dicas para que você que é síndico escolha de maneira efetiva o melhor serviço de GLP para seu condomínio.
 
1- Granel ou Envasado?
O Granel é sempre mais vantajoso. Em questões de praticidade, aproveitamento de produto – não há residual como nos botijões – e de segurança. Porém, quando o consumo passa dos 400 quilos por mês, a escolha é mais econômica também. Até essa quantidade de consumo o valor é similar.
Se você ainda está com o GLP envasado a dica é sempre observar se a empresa fornecedora está te reembolsando com o gás residual que fica no botijão. O correto é que seja pesado e então dado esse valor remanescente em desconto na conta. O sistema a granel permite melhor aproveitamento do GLP e não possui a troca de vasilhames a cada reabastecimento.

2- Como é feita a cobrança de gás?
Outra observação que você deve fazer ao escolher a companhia distribuidora de gás é a forma como ela faz a cobrança do abastecimento. A conta individual é a forma mais indicada para condomínios, pois é feita diretamente ao condômino, tirando essa responsabilidade do síndico. Isso diminui a inadimplência do condomínio.
Outra dica preciosa é analisar a taxa de leitura cobrada pelas empresas. Esse fator muda o preço final do quilo de gás. Na hora de comparar entre diferentes fornecedores de gás coloque esse valor na conta. Some as taxas de leitura de todos os condôminos e divida pelos quilos totais consumidos, esse valor irá mostrar o custo real que você está pagando pelo GLP. A Gaslog é a única empresa do setor que não cobra taxa de leitura.

3 - A instalação deve respeitar o projeto
A empresa selecionada para fornecer o GLP ao seu condomínio deve sempre respeitar o projeto de instalação estrutural. Neste projeto, que geralmente é entregue pela construtora, há as garantias de segurança de operação desse produto. E, em caso de sinistro, não haverá problemas com o seguro.

4 - Se atente às normas
A norma 13523 de 2017 regulariza, dentro da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as instalações e manipulação dos equipamentos da central de gás do condomínio. Situações corriqueiras do dia a dia podem comprometer a segurança, como colocar uma extensão elétrica próxima para um cortador de gramas, por exemplo. Ou mesmo ou construir uma cobertura de chuva que em parte cubra a central de gás. Parece simples, mas podem afetar diretamente a segurança do local. Não aceite sugestões de mudanças pela companhia de GLP sem antes consultar as normas que regem o setor.
Conheça mais sobre as possibilidades do GLP no site www.gaslog.com.br ou pela página no facebook www.facebok.com/Gaslog.

Sobre a Gaslog
A GASLOG atua há mais de dez anos na distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel fornecido pela Petrobrás. A empresa é credenciada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) para atuar em todo o território nacional, hoje está presente nos estados do Paraná e Santa Catarina. A expertise da GASLOG com o GLP a granel a credencia como especialista no dimensionamento e implantação de instalações de GLP para atender as demandas de clientes dos segmentos industrial, residencial, comercial, serviços e agronegócio. Por ter uma filosofia de transparência e respeito pelo seu cliente a Gaslog é a empresa que mais cresce no Sul do país, sendo referência no Mercado em oferecer atendimento eficaz e personalizado.

Rafaella Malucelli
+55 |41| 9 9666-8282

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Falta de manutenção elétrica pode gerar acidentes em casas e condomínios
 
Engenheiro eletricista alerta sobre a importância da manutenção na rede elétrica dos imóveis para evitar acidentes
 
Além do entretenimento, os eletrodomésticos também trouxeram conforto e praticidade às tarefas do lar. Aparelhos como forno micro-ondas, televisores e ferros de passar, tornaram-se itens indispensáveis, porém, assim como outros utensílios domésticos, exigem cuidados. Por isso, atentar-se à manutenção dos aparelhos eletroeletrônicos, bem como à rede elétrica residencial, é primordial para o prolongamento da vida útil dos utensílios e para a redução do valor da conta de luz, principalmente em tempos de bandeira vermelha.

O engenheiro eletricista, Lucas Scarin, responsável por projetos elétricos na Kraft Engenharia, ressalta a importância de checar previamente se os imóveis possuem capacidade elétrica suficiente para suprir a instalação de novos eletrodomésticos. “É muito comum as pessoas terem vários equipamentos em casa, e irem instalando novos sem consultarem um especialista para dimensionar as instalações. Esse cuidado pode evitar sobrecargas, curtos-circuitos, e até mesmo incêndios", alerta o profissional, relembrando que, recentemente, um curto circuito resultou em incêndio no edifício Wilton Paes de Almeida, em São Paulo.  "Pode parecer algo simples, mas quando não tomadas as devidas medidas preventivas, as consequências podem ser graves”, completa.
Segundo o engenheiro, imóveis antigos merecem atenção especial, uma vez que estes possuem fios elétricos rígidos, que fazem com que a condução de energia seja menor, além de gerar uma maior quantidade de calor e, consequentemente, uma maior perda de energia. “Quando um imóvel é construído, seja ele residencial ou comercial, é de extrema importância que seja realizado um projeto elétrico que dimensione as instalações para fornecer a capacidade adequada que a casa necessita para funcionar de forma segura", reitera.
Outra dica de segurança é utilizar com cautela os “Ts”, também conhecidos como benjamins. Não sobrecarregar as saídas de energia evita acidentes elétricos no interior das residências. "As melhores formas de se prevenir consistem no dimensionamento da instalação elétrica antes de construir um imóvel e, no caso de imóveis usados, contratar um especialista para verificar as instalações. Em alguns casos, pode ser necessário consultar a concessionária responsável para verificar se a instalação da entrada de energia do imóvel é compatível com o perfil de consumo do mesmo", constata.

Sobre a Kraft Engenharia
A Kraft Engenharia foi fundada há mais de 10 anos em Campinas e é uma empresa focada em soluções práticas e eficazes de engenharia elétrica. A empresa oferece projetos para instalação de usina solar fotovoltaica, projetos, consultoria para engenharia e instalações elétricas, além de laudo e perícias extrajudiciais.

A equipe da Kraft é formada por engenheiros eletricistas e civis formados na PUC-Campinas e que atuam em projetos sustentáveis e econômicos que otimizam os recursos naturais e financeiros. 

Kátia Appolinário
Agência ERA de Comunicação e Conteúdo
Fixo: (19) 3289-0920 | Mobile: (11) 9 9929-4672
www.agenciaera.com.br   katia@agenciaera.com.br

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LN350-R da Nice promete o fim das filas em portarias!
Leitor QrCode possibilita envio de códigos personalizados 
para liberação dos visitantes

 O sistema de segurança em grandes condomínios é essencial. Quem escolhe este tipo de moradia tem a tranquilidade que apenas pessoas autorizadas podem adentrar ao espaço de residências. No entanto, em dias de grande movimentação como finais de semana ou feriados, visitantes podem esperar por longos períodos a liberação da entrada. Além de ser um transtorno, pode ser perigoso, já que todos ficam expostos a ações de terceiros.

Pensando em minimizar esta situação, a Nice Brasil traz para o mercado este mês o Leitor QR Code LN350-R. O novo equipamento, que faz parte da linha de controle de acesso da multinacional, oferece para os moradores de condomínios a possibilidade de enviar para seus visitantes via mensagem instantânea, o código para liberar acesso direto na portaria.

O diferencial do equipamento é a possibilidade de estabelecer em um único arquivo o horário de entrada e saída do visitante. Além disso, o QR Code não pode ser usado por nenhuma outra pessoa a não ser aquela que recebeu o arquivo. “O morador, por exemplo, quando for fazer um churrasco, pode enviar o QR Code para os amigos terem acesso ao condomínio apenas no horário do evento. E cada um terá o seu arquivo. Se outra pessoa tentar passar, não vai conseguir o acesso porque o código terá o telefone para qual foi enviado. Segurança e praticidade são os pontos fortes da Nice Brasil!”, garante o gerente de vendas da Nice Brasil, André Dini.

Sobre a Nice

Fundada na Itália nos anos 90, a Nice cresceu e evoluiu rapidamente em todo o mundo, com presença em mais de 100 países, é hoje referência internacional em automação para casas e prédios e segurança eletrônica, com extensa oferta de produtos de sistemas de automação integrados para portas, portões e cancelas; toldos, persianas e cortinas; sistemas de alarmes e controle de acesso para residências, comércios e indústrias.

Os produtos têm como objetivo melhorar a qualidade de vida de seus consumidores, simplificando movimentos do dia a dia, com o conforto entrar e sair de casa, através de produtos práticos e design emocional.

No Brasil, o Grupo Nice possui 4 marcas:  Nice, Peccinin, Genno e Linear-HCS. O Grupo entrou no mercado Latino Americano adquirindo a Peccinin em 2011, grande empresa brasileira com mais de 30 anos e líder no segmento de automação de portões. Em 2015, iniciou processo de aquisição da Genno, aumentando ainda mais seu portfólio de produtos e serviços no segmento de segurança. A mais recente marca a fazer parte do grupo a partir de janeiro de 2018, foi a Linear, líder em soluções de controle de acesso para condomínios. 

Serviço
NICE Brasil
Marginal Via Anhanguera, km 144, Limeira-SP
www.nice.com.br

Núria de Oliveira
Coord. de Comunicação
(19) 99 199-4025


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Tecnologia para combater o crime

Em tempos de insegurança no país, multinacional investe no Brasil e traz alta tecnologia para reduzir riscos 


Segundo a 2018 Global Law and Order, pesquisa de opinião do Instituto Gallup divulgada em junho deste ano, o Brasil está em quarto lugar entre 147 nações, no ranking de insegurança mundial.  O alto índice de criminalidade no país, a falta de confiança na polícia e ainda o aumento de assaltos nas ruas dá ao país essa assustadora colocação.

Em 2015, o Brasil sequer estava no ranking dos dez países em que há pior sensação de segurança. Em 2016, no entanto, apareceu em sétimo e, em 2017, subiu para quarta posição, com somente 31% dos entrevistados dizendo que se sentiam seguros, o mesmo percentual da África do Sul. Nesse ranking, o Brasil fica atrás apenas do Gabão (25% dizem se sentir seguros), do Afeganistão (20%) e da Venezuela, o líder da pesquisa (17%).

De acordo com dados coletados pela campanha Instinto de Vida, realizada em 2017 pelo Instituto Igarapé, a cada quatro pessoas assassinadas no mundo, uma é brasileira, colombiana ou venezuelana. 38% dos assassinatos no planeta ocorrem na América Latina, uma região que concentra 8% da população mundial. 

É neste cenário, que empresas multinacionais especializadas no setor de segurança residencial, condominial e empresarial, veem o Brasil como mercado em franco crescimento para equipamentos de segurança ágeis e modernos.

Automação de portões, tecnologias de ponta para controles de acesso, leitura facial e Qrcode são alguns dos destaques que colocam a inteligência dos pesquisadores e engenheiros a favor da segurança.
 
Nice Brasil descobriu nosso mercado

Fundada na Itália nos anos 90, uma empresa referência internacional em automação para casas e prédios e segurança eletrônica chegou ao Brasil para ficar. Nice Brasil adquiriu quatro marcas em pouco mais de sete anos e continua investindo por todo o país, adquirindo marcas que já são referência no mercado a fim de aumentar seu portfolio de produtos e oferecer o melhor suporte ao consumidor quando o assunto for equipamentos de segurança.

The Nice Group cresceu e evoluiu rapidamente em todo o mundo, com presença em mais de 100 países, e hoje, oferece uma extensa oferta de produtos de sistemas de automação integrados para portas, portões e cancelas; toldos, persianas e cortinas; sistemas de alarmes e controle de acesso para residências, condomínios, comércios e indústrias.

No Brasil, a empresa esta imprimindo em seus produtos excelência, design e custos competitivos a fim de que os brasileiros possam ter acesso a controles de segurança de norte a sul do país. 

O futuro chegou mais cedo para nos proteger 

O rosto como chave não é coisa do futuro. O leitor facial da Nice possui duas câmeras de captura, sendo uma com infravermelho para leitura em ambientes escuros, e visor LCD de 2,8’’ sensível ao toque. O mapeamento do rosto é feito no tempo recorde de 1 segundo e tem capacidade para 300 usuários e até 200 mil registros.

Outra inovação são as fechaduras eletrônicas com leitor biométrico em que o proprietário pode interagir através de smartphone. Chamado de LN-5000, o equipamento possui teclado touch screen de OLED intuitivo, bluetooth, aplicativo para configuração, visualização e gravação de eventos e abertura de fechadura, função “toque para abrir” para iOS ou “Mexa para abrir” no Android.

Para quem já está habituado com o leitor QR Code, o produto L350R da Nice oferece para os moradores de grandes condomínios a possibilidade de enviar uma mensagem instantânea com código de acesso para seus visitantes, liberando acesso na portaria. O diferencial do equipamento desenvolvido é a possibilidade de estabelecer em um único arquivo o horário de entrada e saída do visitante. Além disso, o QR Code não pode ser usado por nenhuma outra pessoa a não ser aquela que recebeu o arquivo. 

Segurança eletrônica

Neste segmento, a novidade fica por conta do novo modelo de alarme desenvolvido pela Nice, o Cloud Alarm, agora com Ethernet/Wifi que pode ser conectado na rede de internet da residência para emitir informações ao usuário através do aplicativo.

O alarme oferece a possibilidade de expansão de até cinco saídas que permitem a funcionalidade de automação da casa de outros equipamentos como a luz de entrada da casa, cerca elétrica, automatizador do portão, piscina aquecida ou até mesmo uma cafeteira um eletrodoméstico. Tudo pode ser feito pelo controle remoto ou pelo aplicativo para celular que é fácil de usar e intuitivo. 

Velocidade x criminalidade
 
O cidadão de bem deve ser mais rápido do que os criminosos. A velocidade no fechamento e abertura dos portões desenvolvidos pela Nice do Brasil na linha Hi-Speed garante até 5 segundos de abertura/fechamento do portão. A opção é excelente para entrar e sair com rapidez, garantindo segurança contra ações furtivas de desconhecidos; excelente para área de alto tráfego e perfeita para garantir mais segurança para crianças e animais domésticos no interior da casa. 

Serviço
NICE Brasil
Marginal Via Anhanguera, km 144, Limeira-SP
www.nice.com.br


Informações com a jornalista responsável
Núria de Oliveira – (19) 3645-6566
nuria@gargantini.com.br
Gargantini Comunicação Estratégica
www.gargantini.com.br

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Seis dicas para economizar água nos condomínios

Por Danny Braz

Mais uma vez o Brasil enfrenta um período de estiagem intensa. A falta de água se tornou rotina na vida do cidadão em diversas regiões do país. Vários municípios já têm seus próprios esquemas de racionamento. Alguns estão em estado de emergência. Entretanto, cortar o fornecimento não basta - além de não ser uma das saídas mais produtivas na relação entre município e população. Trata-se de uma atitude extremista que geralmente traz grandes transtornos.

Um grupo que sofre bastante são os dos moradores de condomínios. Devido aos esquemas de cobrança serem destinados ao condomínio como um todo, e não ao morador de forma individual, muitas vezes se torna difícil controlar os gastos do grupo. Pessoas menos preocupadas acabam gastando mais do que deveriam. Por esse motivo, listei aqui seis dicas para economizar água nesses locais, garantindo resultado e respeito ao meio ambiente.

Sistema de captação de água de chuva: A água da chuva é extremamente subaproveitada nas grandes cidades. É um recurso disponível e que pode ser devidamente armazenado para momentos de necessidade, além de ser usado para diversos fins que vão da manutenção das áreas comuns, como jardins, pátios e fachadas, até o reuso dentro das residências. O sistema capta, filtra e distribui a água para o condomínio inteiro. Os custos de implementação divididos para todos os moradores é algo irrisório.

Irrigação inteligente: Muitos condomínios possuem áreas comuns com jardim. Esses locais representam um espaço de relaxamento e lazer que precisa ser preservado, mas que demanda bastante água. Um sistema de irrigação inteligente, além de usar a água captada da chuva, consegue promover uma irrigação por gotejamento nas quantidades exatas da necessidade de cada planta. A economia é imensa, pois não se usa uma gota a mais do que o necessário para manter a vegetação saudável.

Vasos sanitários com caixa acoplada: Prédios antigos possuem sistemas de descarga antiquados tanto nas áreas comuns quanto nos apartamentos, e que não dialogam com a realidade de estiagem atual. Promover a troca dos vasos sanitários para os de caixa acoplada representa uma grande economia de água. Aliado à captação de água da chuva, é possível zerar o uso de água potável nesses ambientes comuns e até mesmo dentro dos apartamentos.

Checar vazamentos: É preciso manter uma atenção especial na identificação de vazamentos. Gotinhas pingando por dias representam vários litros de água desperdiçados. Muitos condomínios ignoram esses pequenos vazamentos, postergando o conserto. Síndicos e moradores precisam se unir à procura até dos mais simples e providenciar a devida manutenção.

Individualize a água: Embora delicada, essa é uma questão importante. Individualizar os registros de água é interessante no sentido de estimular a economia de cada morador. Quando a conta vem para o condomínio, muitas pessoas com baixo nível de consciência ambiental não se veem na obrigação de colaborar e reduzir o consumo. Separar as contas pode ser a única saída para reduzir o consumo individual.

Faça campanhas de conscientização: Mais do que colar cartazes, fazer comunicados e até mesmo palestras, é importante trazer a responsabilidade pelo uso da água para cada morador. Multas ou atenuações de contas são motivadores que levam para o bolso do morador a responsabilidade pelo bom ou mau uso desse recurso natural. É preciso conscientizar o morador do seu status de coletivo, das necessidades da comunidade e das limitações de recursos. Somente assim atitudes coletivas se tornam individuais, e a economia de água se torna não mais um momento de racionamento, mas uma nova postura de cultura e convívio social.

Danny Braz é engenheiro civil, consultor internacional com foco em construções 
verdes e diretor geral da empresa Regatec.

Sobre a Regatec: http://www.regatec.com.br/

A Regatec é uma empresa especializada em irrigação para paisagismo e campos esportivos. É a primeira empresa brasileira a se especializar em irrigação e automação por controle central, assim como foi a primeira distribuidora da marca Rain Bird, pioneira em irrigação de estágios, campos de futebol. Dispõe de know-how próprio, que faz adequação da cultura e dos produtos nacionais aos rígidos critérios internacionais para a total eficiência na irrigação.

Informações para a imprensa:
InformaMídia Comunicação
Welton Ramos
welton@informamidia.com.br
(11) 2834 9295 / (11) 98760 7396

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Tecnologias invadem o jardim

Por Danny Braz

À primeira vista, o jardim pode parecer o local menos tecnológico de uma residência. A proposta do ambiente é proporcionar um maior contato com a natureza em detrimento do pesado cenário urbano, possibilitando bem estar e relaxamento. Entretanto, não é preciso abrir mão das soluções tecnológicas para ter tudo isso e muito mais. Veja algumas tecnologias capazes de melhorar a experiência em um jardim e ainda ampliar suas funções de sustentabilidade.

Captação de água da chuva: Não é necessário gastar vários litros de água para manter a beleza das folhas, flores e gramados. Com um sistema de captação da chuva, é possível armazenar água nos períodos chuvosos para reutilizá-la nos meses de seca. Essa solução é bastante simples, favorece o meio ambiente e ainda poupa recursos financeiros.

Irrigação por gotejamento: Nem todos sabem, mas cada espécie de planta tem necessidades diferentes de irrigação. Ao irrigar todas da mesma maneira, é comum vermos algumas que crescem e se mantem vívidas enquanto outras murcham e acabam não resistindo. Isso acontece pelo excesso ou falta de água. Com esse sistema inteligente de irrigação, é possível garantir a dose certa para cada uma com grande precisão.

Previsão do tempo: Já existe um sensor capaz de identificar o nível de umidade do solo, podendo suspender a irrigação automaticamente em caso de previsão de chuva. Esse sistema se conecta diretamente aos portais de previsão do tempo, controlando a irrigação conforme a demanda do jardim. Para quem viaja muito ou tem pouco tempo, é uma solução perfeita, já que o controle é feito de forma automatizada.

Captação de energia solar: Essa é uma tecnologia em grande expansão no Brasil, devido à forte irradiação solar que temos no país. Os painéis abastecem não só os sistemas de controle do jardim, mas a própria residência. Posicionados de forma a dialogarem com o paisagismo, eles ampliam o conceito de sustentabilidade do ambiente.

Iluminação: Um belo jardim também deve ser apreciado à noite. Há inúmeras tecnologias envolvendo iluminação programáveis via aplicativos, com várias possibilidades de cores e formatos. O melhor é que esses sistemas podem ser abastecidos pela energia gerada ali mesmo.

Gerenciamento centralizado: Boa parte dessas tecnologias podem ser gerenciadas por um controle central, capaz de programar a irrigação das plantas, ascender as luzes ou mesmo verificar o nível de água dos reservatórios. Tudo isso proporciona muito mais comodidade para o morador, que pode cuidar do seu jardim à distância.

Essas e tantas outras soluções que são desenvolvidas constantemente tem como único objetivo promover melhorias para esse ambiente tão especial para qualquer residência. Com elas, é possível desfrutar de um ambiente cuidadosamente pensado e planejado para ser palco de grandes momentos entre família e amigos.

Danny Braz é engenheiro civil, consultor internacional com foco em construções verdes e diretor geral da empresa Regatec.

Sobre a Regatec: http://www.regatec.com.br/

A Regatec é uma empresa especializada em irrigação para paisagismo e campos esportivos. É a primeira empresa brasileira a se especializar em irrigação e automação por controle central, assim como foi a primeira distribuidora da marca Rain Bird, pioneira em irrigação de estágios, campos de futebol. Dispõe de know-how próprio, que faz adequação da cultura e dos produtos nacionais aos rígidos critérios internacionais para a total eficiência na irrigação.

Informações para a imprensa:
InformaMídia Comunicação
Welton Ramos
welton@informamidia.com.br
(11) 2834 9295 / (11) 98760 7396

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Imóveis: Fiança Social é lançada para facilitar aluguel 
Alocat desburocratiza processo com sistema associativo que substitui fiador tradicional e 
seguro-fiança; imobiliárias aumentam contratos de locação

Um dos maiores desafios – se não o maior – no aluguel de imóveis é a inadimplência. O seguro-fiança e o fiador tradicional foram soluções encontradas para evitar esse problema, mas que dificultaram o processo para quem precisa alugar um imóvel e não tem dinheiro extra ou bons contatos. Percebendo esse entrave, a Alocat (www.alocat.com.br) lança a Fiança Social, que desburocratiza a contratação do aluguel e aumenta o volume de negociações das imobiliárias – e com segurança.

A organização mantém associados, em sua maioria locatários, que contribuem mensalmente com um valor extra no aluguel, direcionado a cobrir possíveis inadimplências. A contribuição varia entre 5,91% e 7,5% adicionais para o residencial e entre 7,25% e 8,58% para o comercial, podendo mudar conforme o plano escolhido.

“Hoje, a locação com fiador representa cerca de 80% dos casos. Mas se o locatário não mantiver o pagamento em dia, além das dívidas, geram-se conflitos e constrangimentos entre familiares e amigos. A Alocat elimina essa dependência e, também, o alto custo e burocracia do seguro-fiança”, afirma o gerente Walter Igino.

Os benefícios
São três planos disponíveis: o Bronze, que cobre apenas o aluguel; o Prata, que também inclui os encargos legais (IPTU e condomínio); e o Ouro, que abrange a cobertura dos dois outros, também garante a quitação de multas pelo atraso e rescisão do contrato e, ainda, oferece a assistência residencial – uma série de prestadores de serviço para casa, como eletricista, chaveiro, encanador, entre outros.

A análise do perfil é gratuita, feita digitalmente e concluída em até 48h. “Oferecemos tudo o que as demais modalidades de garantia têm, por um valor mais vantajoso e com pagamento facilitado”, declara Walter.

Os associados da Alocat também desfrutam de um clube de benefícios, que inclui uma rede de descontos com mais de 400 marcas em farmácias, e-commerces, livrarias, clínicas de estética, cinemas, lojas de departamento, entre outros, sem nenhum custo adicional para quem aderiu à Fiança Social. Além disso, podem contratar por preços mais acessíveis assistência PET e assistência residencial (exceto no plano Ouro, que já inclui este último).

Já as imobiliárias conseguem oferecer aos clientes um produto desburocratizado e a baixo custo – sem juros e correção monetária durante o período de locação –, aumentando o fechamento de contratos. “Ter uma conta de celular não quitada, por exemplo, pode impedir alguém de alugar um imóvel. Isso não é justo, já que não implica necessariamente a impossibilidade de manter o aluguel”, segundo o gerente. Entre outras vantagens, a modalidade independe de limite de cartão de crédito ou de terceiros com renda ou imóvel disponíveis, o que também expande o nicho de clientes.

A Fiança Social representa um caminho para o mercado imobiliário se atualizar. A própria Alocat foi fundada por um grupo de proprietários e locatários e que perceberam no dia a dia a dificuldade em alugar os imóveis pelas limitações das garantias disponíveis. Idealizada na capital mineira, a meta da Associação é ter 1 mil imobiliárias conveniadas em Minas Gerais até o final de 2019 e iniciar a expansão pelo Brasil.

Sobre a Alocat
Plataforma sem fins lucrativos de benefícios imobiliários que lançou em 2018 a Fiança Social, modelo baseado em sistema associativo. Em sua maioria locatários, os associados contribuem mensalmente com um valor que é destinado a cobrir a inadimplência uns dos outros. As imobiliárias podem oferecer planos da Fiança Social diferenciados e menos burocratizados. Fundada em Belo Horizonte por vários proprietários e locatários que passaram por dificuldades na locação de imóveis, especialmente os custos de não conseguir alugar e a perda de oportunidades por falta de garantia. www.alocat.com.br.  

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Boa tarde! Segue sugestão de pauta sobre o adiamento do horário de verão e a necessidade de economizar energia elétrica. 

Com horário de verão adiado e tarifa elétrica em bandeira vermelha pelo quinto mês consecutivo, necessidade de economia é redobrada

Em outubro a energia elétrica segue no mais alto patamar, e o adiamento do horário de verão aumenta necessidade de economia imediata

Até o mês de outubro, mais de um terço do ano de 2018 se manteve com a tarifa de energia elétrica no patamar mais elevado. Em seu site, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) segue afirmando que a alta cobrança se justifica pelo baixo nível dos reservatórios, que esta é uma medida preventiva e que até que a mesma seja revertida, , a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos continuará havendo um acréscimo de R$ 5,00 na cobrança.

Porém, em decorrência no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e das eleições para presidência, o início do horário de verão foi adiado para o dia 18 de novembro. O horário de verão é uma medida implementada em prol da economia de energia elétrica, e frente a este deslocamento em sua data de início, ao lado das altas tarifas, a necessidade de economizar fica ainda maior.  Mas como detectar quais gastos com energia elétrica podem ser reduzidos?

O engenheiro eletricista Lucas Scarin, responsável por projetos elétricos na Kraft Engenharia, ressalta que há várias medidas que podem ser tomadas pelos consumidores para economizar e não ser pego de surpresa quando a conta chegar. A primeira sugestão é o investimento em aquecimento de água a gás ou solar, pois o um dos vilões de consumo da casa é o chuveiro. “Em uma família com quatro pessoas, é possível economizar até 25% na conta substituindo a energia elétrica. Outra medida é a substituição de antigas lâmpadas incandescentes por LED”, explica ele.

Quando o consumo familiar é analisado em escala, a exemplo de condomínios residenciais, os gastos com energia devem ser analisados com o dobro de atenção. O engenheiro eletricista calcula que em um edifício residencial, os gastos apenas com iluminação das garagens e áreas comuns podem representar mais de 50% da conta de energia elétrica. “Um sistema mais eficiente e econômico pode diminuir em até 90% as despesas com iluminação. Temos o caso de um condomínio que o gasto mensal era de R$ 3.500,00 e passou para R$ 1.900,00 após a implantação de um novo projeto elétrico no prédio, com a troca de lâmpadas e outras medidas eficientes que são analisadas caso a caso”, exemplifica Scarin.

Outras dicas que podem ser adotadas são o uso da iluminação natural ou lâmpadas econômicas, pintar o ambiente de cores claras, isolamento térmico eficiente e janelas maiores, pois elas melhoram a luminosidade e diminuem a necessidade de ventilador e ar condicionado.

SOBRE A KRAFT ENGENHARIA

A Kraft Engenharia foi fundada há mais de 10 anos em Campinas e é uma empresa focada em soluções práticas e eficazes de engenharia elétrica. A empresa oferece projetos para instalação de usina solar fotovoltaica, projetos, consultoria para engenharia e instalações elétricas, além de laudo e perícias extrajudiciais.

A equipe da Kraft é formada por engenheiros eletricistas e civis formados na PUC-Campinas e que atuam em projetos sustentáveis e econômicos que otimizam os recursos naturais e financeiros.

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ABRATEC lança guias de controle tecnológico do concreto e de solos e pavimentos 

Manuais estão disponíveis para download gratuito no site da entidade e tem a finalidade de orientar especialistas e toda a sociedade leiga a garantir a qualidade das obras, de acordo com as normas técnicas e de projetos, segundo Paula Baillot, presidente da entidade: “Com controle tecnológico, é possível reduzir custos das construções, maximizar tempo e obter excelente resultado final”, diz

São Paulo, 31 de outubro de 2018 – Você sabe como é feito o concreto e que é preciso seguir várias especificações para se obter um produto final com qualidade? Sabe que as empresas de saneamento e telefonia, por exemplo, precisam seguir várias normas para abrir ou consertar suas redes espalhadas pela cidade? A maioria da população desconhece essas informações. Por isso, a ABRATEC – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Construção Civil** está lançando dois manuais de procedimentos: a primeira edição do Guia Prático de Controle Tecnológico de Solos e Pavimentos e a quarta edição do Guia Prático de Controle Tecnológico do Concreto, esse último com revisões importantes e novas informações. De acordo com Paula Baillot*, presidente da entidade, os manuais são práticos e fáceis de consultar tanto por especialistas técnicos quanto por consumidores, como síndicos e zeladores de prédios, além de fiscalizadores de obras privadas e públicas, que precisam zelar pela qualidade das construções, e estudantes. Os guias estão disponíveis para download gratuito no site da ABRATEC (www.abratec-lab.org.br).

“A elaboração desses guias tem o objetivo de alcançar, além do meio técnico, toda a sociedade, para divulgar a importância do controle tecnológico da qualidade das obras em todas as esferas, pois é de fácil consulta. Ao seguir as orientações e dicas dos manuais, é possível evitar os problemas causados por um concreto de baixa qualidade, que pode resultar em acidentes graves, como desabamentos; e sérios desníveis de solos e pavimentos por intervenções mal feitas, onde não foram observadas as normas corretas de abertura de valas, reaterros e reconstituição de pavimentos, comuns em obras como as de empresas de água e saneamento que sempre encontramos pela cidade. Por todas essas características, acreditamos que esses guias são únicos no mercado”, diz a executiva.

Baillot observa ainda que o controle tecnológico, além de garantir maior segurança, reduz custos de obras com materiais e acelera a execução dos projetos. Também engenheira civil, a executiva afirma que por já estar na quarta edição o Guia Prático de Controle Tecnológico do Concreto mostra que a finalidade da entidade tem sido alcançada com sucesso e, por isso, a decisão de abordar o controle tecnológico de solos e pavimentos também em um manual.

Concreto

O Guia Prático de Controle Tecnológico do Concreto reúne todas as referências às normalizações atualmente em vigor relativas ao produto e seus constituintes, sobretudo as normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. “Com base nas normas, fornece orientações sobre os ensaios necessários para um correto controle tecnológico e obtenção de um excelente produto final, além de reduzir os custos das obras. Assim, é de suma importância para o setor da construção. Essa última versão reúne todas as referências normativas atualizadas”, diz Baillot.

A presidente da ABRATEC explica que essas referências estão relacionadas aos ensaios em concreto e seus constituintes, como cimento, aditivos, adições, água de amassamento, agregados, entre outros itens importantes do processo produtivo; e também ao controle e recebimento do concreto fresco e endurecido, ensaios especiais e de durabilidade. Apenas para citar um exemplo da importância normativa da publicação, a água utilizada para a elaboração do concreto precisa passar por ensaios que analisem a sua procedência e características, como ph, teor de resíduos sólidos, teor de ferro, entre outros que, se não forem adequados, podem causar dano ao produto final.

“Com esse Guia, pretendemos sensibilizar o meio técnico para a necessidade de contratação de serviços de controle tecnológico, que deve ser feito por empresas especializadas em tecnologia, cuja missão é implementar programas de controle para que todas as exigências de projeto normativas sejam cumpridas. O controle tecnológico é uma garantia da qualidade e de desempenho do produto para todos os envolvidos, incluindo o cliente final. Ele traz benefícios como otimização de prazos de execução dos projetos, economia no consumo de materiais componentes do concreto e melhor aproveitamento do espaço útil durante a obra, entre os principais. O Guia pode ainda orientar a elaboração de planos de concretagem”, afirma Baillot, acrescentando que, além da versão digital, os associados da ABRATEC podem solicitar uma versão impressa do Guia à entidade.

Solos e pavimentos

A primeira edição do Guia Prático de Controle Tecnológico de Solos e Pavimentos foi desenvolvida com o objetivo de colaborar para a melhora da qualidade das obras de infraestrutura, afim de que atendam as exigências de projetos, bem como dos órgãos competentes, além de fornecer orientações técnicas aos intervenientes, explica Baillot. “Isso só é possível com controle tecnológico, que faz cumprir as normas e as definições dos projetos”, ela diz. “O manual também fornece as diretrizes necessárias ao controle tecnológico, uma vez que alguns órgãos competentes exigem acompanhamento e controle das obras realizados por empresas especializadas, como também a responsabilidade técnica mediante a emissão de respectivo laudo elaborado por engenheiro civil”, afirma Baillot.

Destinado a projetistas, empresas responsáveis pela execução dos serviços de reaterro e reposição de pavimentos, laboratórios de controle tecnológico e estudantes, é um manual de boas práticas para esses tipos de intervenções em redes de infraestrutura subterrâneas, como saneamento básico, sistemas de distribuição de água, redes de gás, energia e telefonia, entre outras, “que devem atender as especificações de projetos de uma forma harmonizada entre as concessionárias, para obter um ordenamento e melhor aproveitamento do subsolo, diminuição de obras necessárias, redução de danos ao pavimento e do impacto à cidade e à população”.

Além de o controle tecnológico ser fundamental para a qualidade das obras, é uma exigência de vários contratantes, especialmente órgãos públicos, caso da Prefeitura de São Paulo e da Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, “para dar apoio ao planejamento, racionalizar os recursos disponíveis e maximizar os benefícios à população, afirma a executiva". “Ele evita as patologias nos pavimentos, maximiza a qualidade, produtividade, economia, transparência, retorno aos empreendedores e, principalmente, a satisfação da população.” O Guia também está fundamentado nas normas técnicas da ABNT.

*Paula Baillot – Presidente da ABRATEC – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Construção Civil e diretora do Sinaenco – Sindicato da Arquitetura e da Engenharia, é Engenheira Civil e diretora da Alphageos – Tecnologia Aplicada. Formada pela Escola de Engenharia da Fundação Armando Álvares Penteado, pós-graduada em Gestão Ambiental pela Escola Trevisan, tem MBA em Marketing pela FGV – Fundação Getulio Vargas e também formação em Gestão Empresarial pela Universite Paris 1 Pantheon Sorbonne.

**A ABRATEC – Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Construção Civil foi fundada em 1999 com objetivo fomentar o controle de qualidade tecnológico junto às empresas da construção para que ofereçam ao consumidor final obras mais seguras e bem acabadas, além de expandir esse mercado no Brasil. São associadas à entidade as empresas Alphageos – Tecnologia Aplicada, Concremat Engenharia, Egis – Engenharia e Consultoria, JBA – Engenharia e Consultoria, EPT – Engenharia e Pesquisas Tecnológicas, Falcão Bauer – Centro Tecnológico de Controle de Qualidade e Texte – Engenharia e Tecnologia que, juntas, têm sido decisivas para o desenvolvimento tecnológico do setor no Brasil, ao investir no desenvolvimento de novas técnicas e na capacitação, qualificação e atualização dos profissionais responsáveis por garantir a segurança e a qualidade das obras realizadas no País.&nbs

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